Com desejos de um fogão à lenha, tive a chance de muito mais. Além do fogão à lenha onde se faz a comida do dia a dia, pude ajudar em todo o processo da feitura de uma autêntica goiabada cascão – caipira , como fizeram questão de realçar - : desde limpeza geral, que consiste em lavar, tirar os olhinhos, os bichos, partir e tirar o miolo, depois lavar um a um cada pedaço, até a rapa final do tacho. Depois encher 11 potes de um quilo e mais uns 12 de meio quilo e outros tantos menores já que essa goiabada era para distribuir aos filhos e alguns amigos especiais da família.
Para o doce em talha, em calda: separei as goiabas mais verdes, tirei olhinhos e bichos, tirei o miolo (que foi incorporado à goiabada cascão). Limpei o tacho, com limão e sal como manda o figurino. E levei ao fogo a goiaba, com um pouco de água e açúcar. Cuidei para que a calda ficasse rala e retirei do fogo assim que percebi que estavam cozidas. Coloquei num vidro de boca larga e só coloquei a tampa, depois de bem frio.
Pronto: doses de vitamina C suficientes pra desclassificar o limão, também as vitaminas A e B1 e os sais minerais cálcio, fósforo e ferro, além do sabor incomparável dessa bem brasileira fruta.